quarta-feira, 20 de abril de 2011

Um fósforo,uma bala, uma xícara e um jornal - Atendimento

Esta é uma história sobre Atendimento ao cliente que nos faz refletir sobre o que é mais importante na hora de atender. Um layout, uma moda, uniformes engomados ou um simples bom dia enxergando à frente uma pessoa e não as cifras que ela carrega?  Ou seria tudo isso junto?

Fuçando alguns textos sobre atendimento encontrei este aqui, que pode servir de exemplo pra um bom atendimento. 

Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome:


Hotel Venetia.

Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave. Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente:

"-Bem-vindo ao Venetia!"

Três minutos após essa saudação, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com os procedimentos: tudo muito rápido e prático. No quarto, uma discreta opulência; uma cama, impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre a lareira, para ser riscado. Era demais!
Aquele homem que queria um quarto apenas para passar a noite, começou a pensar que estava com sorte. Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no momento do registro). A refeição foi tão deliciosa, como tudo o que tinha experimentado, naquele local, até então.

Assinou a conta e retornou para quarto. Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira. Qual não foi a sua surpresa! Alguém havia se antecipado a ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um.. Que noite agradável aquela!

Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar, vindo do banheiro. Saiu da cama para investigar. Simplesmente uma cafeteira ligada por um timer automático, estava preparando o seu café e, junto um cartão que dizia:

"Sua marca predileta de café. Bom apetite!" Era mesmo!
Como eles podiam saber desse detalhe?
De repente, lembrou-se: no jantar perguntaram qual a sua marca preferida de café. Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um jornal.

"Mas, como pode?! É o meu jornal! Como eles adivinharam?" Mais uma vez, lembrou-se de quando se registrou: a recepcionista havia perguntado qual jornal ele preferia.

O cliente deixou o hotel encantando. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor. Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial?

Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal.


terça-feira, 19 de abril de 2011

Dia do Índio

Faz muito tempo que a maioria de nós, adultos, não comemora o Dia do Índio. E às vezes até esquece. o que certamente lembramos é daquela época em que a professora Mariazinha, Terezinha, Gracinha, levava pra sla de aula alguma tinta e alguns badulaques pra nos enfeitar de pequenos índios. Também, pouco nos foi dito qual o verdadeiro significado desse dia, que deu ao povo índigena uma data de comemoração.

Curiosamente, lá por volta de 1940, acontecia no México o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, que deveria contar com a presença de autoridades governamentais dos países da América, além de vários líderes indígenas. No entanto, os índios não compareceram ao primeiro dia do evento (e com toda razão - eles foram perseguidos e usados como escravos durantes anos pelos chamados "homens brancos"). Mas, depois de algumas reuniões entre os líderes indígenas convidados, estes ressolveram se fazer presente no segundo dia do evento, que foi justo no dia 19 de abril de 1940. Assim em 1943, o então presidente Getúlio Vargas, através do decreto lei 5.540 resolveu instituir também no calendário brasileiro, a data comemorativa de 19 de Abril como o Dia do Índio (data já comemorada no continente americano).

Comemorar esse dia deve ser não só pintar a cara e colocar uma pena na cabeça, mas sim momento de  recuperar a verdadeira história de um povo que nos deixou muitos legados, é denunciar o descaso que muitos governantes, empresários e até mesmo nossa "humilde burguesia" têm para com as nações indígenas até hoje.

Não podemos esquecer que fazemos parte dessa história, que vivemos com suas memórias diariamente. Muitos são os estados e cidades que possuem nome de origem indígenas, entre eles  Pará,  Paraná, Araraquara, Piratininga, Mogi Mirim,com muitas de suas principais avenidas, ruas e bairros com nomes como Mundurucus, Tupinambás, Embu, Itaquera, Tatuapé, Vila Guarani enfim...

VIVA DIA DO ÍNDIO!! VIVO SEMPRE NA HISTÓRIA DO POVO BRASILEIRO!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

O monstro da neve e a noiva do chuck

Nossa princesa tinha que levar pra escola um chocalho de garrafa pet , e com os dois pais artitas que ela tem só podia dar ARTE. O nome dele foi ela quem deu, e o dela fui ei. Se alguém quiser contratar, é só deixar um recado aqui ou no blogdodinizsena.
Bem, se possível, vocês podem dizer qual ficou menos feio, é claro que receberemos mais encomendas do que ficou mais "bonitinho".
Para a boneca(que doce chamá-la assim) - acesse http://www.feitorefeitodesfeito.blogspot.com/ ela é responsabilidade minha. Uma arte!!
Já para o grandalhão de branco http://www.blogdodinizsena.blogspot.com/, é todo dele, liiiiinnnnndooo!!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Eu tenho OPINIÃO, RG e CPF!!

Se tem uma coisa que me deixa indignada é alguém, achar que deve me dizer o que pensar, dizer, escrever, agir e até como F..... Talvez por isso eu faça questão de me manter longe de determinadas relações. Sempre vivi em meio político, desde criança acompanhei muitas situações dentro da minha família, com avô e pai militar (mas isso já na parte branda do decadente legado que foi deixado pelo militarismo), e mesmo assim ainda convivi com o autoritarismo velado, herança do meio, dentro de casa. Mais tarde, já na adolescência, comecei a ter contato com outra parte dessa história. Conheci amigos políticos, com outra mentalidade, com histórias de vida fantásticas, embora marcada pelas tristes experiências vividas na ditadura. Enfim, pude conhecer o outro lado da moeda. Aprendi muito, e digo com orgulho que parte da pessoa que me tornei, foi o que aprendi convivendo com eles. De alguma forma, a convivência, foi me moldando. Ora o comportamento deles, ora as meigas palavras, ora as duras, mas sempre, sempre lições.


Já na minha família tive o contato com a religião, com as relações familiares tradicionais, com a vida como ela é (NORMAL). E assim fui moldando algumas de minhas opiniões. Fiz parte de algumas igrejas, me filiei a um partido político e depois, de ver e ouvir quase tudo continuei a vida. E por opção, escolhi estar sempre por perto de tudo, sem estar realmente envolvida com uma só coisa, uma só vertente, um só caminho. Pois dentre as coisas que aprendi, acredito que tudo na vida tem dois lados, que pra tudo há uma motivação, seja pro bem, ou pro mal. E que cabe a cada indivíduo escolher.

Minha formação acadêmica e profissional tornou-se metade do eu vivo, entre escolhas e batalhas, a outra metade é a vida. Sempre errando e acertando, mas sempre ...ando.

Enfim, não vivo de política, de religião, nem de puxar saco de ninguém. Por opção não entro em discussão com gente que não tem argumentos, que gosta apenas de “brigar” e mostrar “poder”, porque pra mim só discute alguma coisa quem tem opinião. Quero deixar claro que EU, tenho RG e CPF, e o que EU digo ou deixo de dizer, faço ou deixo de fazer (seja merda ou não), é fruto da MINHA OPINIÃO e eu nunca admiti e nem nunca vou permitir que qualquer pessoa venha me dizer o que “PENSAR” menos ainda o que “FALAR”. Ser esposa de um cara de opinião, envolvido no meio político, que tem suas próprias escolhas, não cala e nem muda minhas opiniões. Amo meu marido, tenho todo respeito do mundo por ele, escuto sempre seus centrados conselhos. Mas não me pensem terceiros que eu não vou escrever isso ou aquilo no meu blog ou twitter só porque Fulano ou Ciclano mandou.(Aff! Me comprem um bode!!!) Se alguém quiser saber ou questionar alguma coisa sobre o que escrevi ou disse trate comigo, não pergunte aos outros, porque quem sabe de mim sou eu. O resto é suposição.

E como disse ainda pouco, trago do meu lado o respeito, e pelo respeito que tenho aos meus poucos amigos políticos, é que uso agora de meias palavras, embora duvide de um bom entendedor.

ABRE ASPAS “ SÍNDROME DE DEDO MINDINHO É RIDÍCULO. E EU NÃO SOU FANTASMA PRA FICAR PERSEGUINDO SEJA LÁ QUEM FOR. SOU MULHER DE CARNE, OSSO E MUITO SANGUE NA VEIA. E POUCO ME INTERESSA A MERDA ALHEIA”. Kkkk, até rimou.

E como diria meu amigo Zeca : “ Se eu quiser fumar eu fumo, se eu quiser beber eu bebo. Pago tudo que eu consumo com suor do meu “emprego” CONFUSÃO eu não arrumo, mas TAMBÉM NÃO PEÇO ARREGO”.

Por tanto recado dado é recado falado! Eu sou só bactéria do côcô, do cavalo do bandido. Não tenho nádegas a ver com estrelismo, nem imediatismo alheio.

domingo, 20 de março de 2011

Um dia FELIZ de Família FELIZ




Em Belém há cinco dias ainda não deu pra encontrar todos os amigos, parentes e aderentes, mas já nos divertimos bastante... dá pra ver na carinha da Tatá. Afinal ela adooora tirar fotos (rsrs, quem dera!)

sexta-feira, 11 de março de 2011

Setur...saindo...

Há exatos dois meses estive aqui tornando público minha entrada na Secretaria de Estado do Turismo- AP, para onde tive a honra de ter sido convidada. Hoje, torno público novamente minha decisão em deixar o cargo de chefe de gabinete desta secretaria, de onde saí no último dia 28 de fevereiro. Por motivos que considero cruciais a qualquer profissional como a paixão pelo que faz, e principalmente pela identificação com o que se faz. Infelizmente, ou melhor, felizmente sou uma pessoa que gosta de trabalho, de ação, de interação, coisas que não vislumbram o cargo em questão. Com todo respeito que tenho aos meus colegas chefes de gabinete, e também aos muitos amigos que tenho que exercem tal função, senti-me limitada, e até, subaproveitada, uma vez que minhas responsabilidades assemelhavam-se a uma “secretária de luxo” (aquela que faz um ofício mais rebuscado, que conhece algumas pessoas, faz uns contatos mais próximos, etc.), papel que infelizmente não cabe dentro de uma pessoa hiper-ativa como eu. Talvez, nas secretarias onde os secretários viagem mais, se tenha um pouco mais de trabalho, visto que a responsabilidade aumenta, mas como a situação não é das melhores e os secretários precisam ficar mais tempo por aqui, certamente que passaria mais tempo sem muitos afazeres interessantes


É fato que fiz algumas amizades, conheci pessoas interessantes, muito competentes e fico feliz em ter convivido com elas, e agradeço a todos a atenção e dedicação dispensados a mim sempre que precisei. Espero ter retribuído a altura com cada um .

Aos que ficam desejo sucesso e muita força, pois a luta é árdua e necessita do empenho e paixão de todos.

Como disse, agradeço a confiança que em mim foi depositada pela pessoa que me levou pra secretaria, e sinto-me muito feliz e honrada por saber que minha decisão foi compreendida. Por tanto, coloco-me a disposição para trabalhar, mostrar resultados, com a qualidade e competência que me trouxeram até aqui.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A temperança - por André Comte

Nem tanto aos céus nem tanto à terra, mas todo dia me apaixono ainda mais pela leitura de Pequeno Tratado das Grandes Virtudes - André Comte. Certamente que não tenho a moral por companheira e nem tam pouco a falsa moral por amizade. E esse livro trata das virtudes não com o intuito de moralizar-nos e sim de nos conhecermos. E me sinto na obrigação de compartihar essa gostosa experiência, em alguns trechos dessa obra:

“Certamente apenas uma feroz e triste superstição proíbe ter
prazeres. Com efeito, o que é mais conveniente para aplacar a fome e a sede do que banir a
melancolia? Esta a minha regra, esta a minha convicção. Nenhuma divindade, ninguém, a não
ser um invejoso, pode ter prazer com a minha impotência e a minha dor, ninguém toma por
virtude nossas lágrimas, nossos soluços, nosso temor e outros sinais de impotência interior.
Ao contrário, quanto maior a alegria que nos afeta, quanto maior a perfeição à qual chegamos,
mais é necessário participarmos da natureza divina. Portanto, é próprio de um homem sábio
usar as coisas e ter nisso o maior prazer possível (sem chegar ao fastio, o que não é mais ter
prazer).” Spinoza

A temperança se situa quase toda nesse parêntese. É o contrário do fastio, ou o que
leva a ele; não se trata de desfrutar menos, mas de desfrutar melhor. A temperança, que é a
moderação nos desejos sensuais, é também a garantia de um desfrutar mais puro ou mais
pleno. É um gosto esclarecido, dominado, cultivado.

A temperança é essa moderação pela qualpermanecemos senhores de nossos prazeres, em vez de seus escravos. É o desfrutar livre, e que, por isso, desfruta melhor ainda, pois desfruta também sua própria liberdade. Que prazer é fumar, quando podemos prescindir de fumar! Beber, quando não somos prisioneiros do álcool! Fazer amor, quando não somos prisioneiros do desejo! Prazeres mais puros, porque
mais livres. Mais alegres, porque mais bem controlados. Mais serenos, porque menos
dependentes. É fácil? Claro que não. É possível? Nem sempre, sei do que estou falando, nem
para qualquer um. É nisso que a temperança é uma virtude, isto é, uma excelência: ela é
aquela cumeada, dizia Aristóteles, entre os dois abismos opostos da intemperança e da
insensibilidade, entre a tristeza do desregrado e a do incapaz de gozar, entre o fastio do glutão
e o do anoréxico.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Republicando- Nós mulheres de todos os dias


Eu não sirvo de exemplo para nada,
mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço
como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.

A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, e providencio os consertos domésticos.
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma
workholic.
Por mais disciplinada e responsável que
eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa
por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o
Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta
adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo
que a partir daquele momento você seria modelo para os
outros..
Seu pai e sua mãe, acredite, não
tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você
não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse
direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a
priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque
vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser
sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto
por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a
falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.

Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de
discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias..
Cinco dias!
Tempo para uma massagem. Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que
é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho
voluntário. Tempo para procurar um abajur novo para
seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você
nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir
que você pode ser perfeitamente organizada e profissional
sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é
contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de
memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não
contra.

A mulher moderna anda muito antiga.
Acredita que, se não for super, se não for mega, se não
for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está
tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma,
privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua
vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e
inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais
sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de
separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa
independência, senão é escravidão, a mesma que nos
mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo.
Talvez seja
preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo
Philippe Starck e o batom da M.A.C.

Mas, se você precisa vender a alma ao
diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando
rever seus valores.

E descobrir que uma bolsa de palha, uma
pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok,
esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e
nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma
vida interessante'


Martha Medeiros - Jornalista e escritora

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Se todos fossem no mundo iguais....

"Para usar seu potencial criativo, as pessoas precisam de: Liberdade para estudar; Liberdade para questionar; Liberdade para se expressar e Liberdade para serem elas mesmas". M.I.Stein


Logo, " Mude de opinião, nunca de princípios" e lembrem-se "Aquele que gosta de ser adulado, é digno do seu adulador" W.S.