quinta-feira, 7 de abril de 2011

Eu tenho OPINIÃO, RG e CPF!!

Se tem uma coisa que me deixa indignada é alguém, achar que deve me dizer o que pensar, dizer, escrever, agir e até como F..... Talvez por isso eu faça questão de me manter longe de determinadas relações. Sempre vivi em meio político, desde criança acompanhei muitas situações dentro da minha família, com avô e pai militar (mas isso já na parte branda do decadente legado que foi deixado pelo militarismo), e mesmo assim ainda convivi com o autoritarismo velado, herança do meio, dentro de casa. Mais tarde, já na adolescência, comecei a ter contato com outra parte dessa história. Conheci amigos políticos, com outra mentalidade, com histórias de vida fantásticas, embora marcada pelas tristes experiências vividas na ditadura. Enfim, pude conhecer o outro lado da moeda. Aprendi muito, e digo com orgulho que parte da pessoa que me tornei, foi o que aprendi convivendo com eles. De alguma forma, a convivência, foi me moldando. Ora o comportamento deles, ora as meigas palavras, ora as duras, mas sempre, sempre lições.


Já na minha família tive o contato com a religião, com as relações familiares tradicionais, com a vida como ela é (NORMAL). E assim fui moldando algumas de minhas opiniões. Fiz parte de algumas igrejas, me filiei a um partido político e depois, de ver e ouvir quase tudo continuei a vida. E por opção, escolhi estar sempre por perto de tudo, sem estar realmente envolvida com uma só coisa, uma só vertente, um só caminho. Pois dentre as coisas que aprendi, acredito que tudo na vida tem dois lados, que pra tudo há uma motivação, seja pro bem, ou pro mal. E que cabe a cada indivíduo escolher.

Minha formação acadêmica e profissional tornou-se metade do eu vivo, entre escolhas e batalhas, a outra metade é a vida. Sempre errando e acertando, mas sempre ...ando.

Enfim, não vivo de política, de religião, nem de puxar saco de ninguém. Por opção não entro em discussão com gente que não tem argumentos, que gosta apenas de “brigar” e mostrar “poder”, porque pra mim só discute alguma coisa quem tem opinião. Quero deixar claro que EU, tenho RG e CPF, e o que EU digo ou deixo de dizer, faço ou deixo de fazer (seja merda ou não), é fruto da MINHA OPINIÃO e eu nunca admiti e nem nunca vou permitir que qualquer pessoa venha me dizer o que “PENSAR” menos ainda o que “FALAR”. Ser esposa de um cara de opinião, envolvido no meio político, que tem suas próprias escolhas, não cala e nem muda minhas opiniões. Amo meu marido, tenho todo respeito do mundo por ele, escuto sempre seus centrados conselhos. Mas não me pensem terceiros que eu não vou escrever isso ou aquilo no meu blog ou twitter só porque Fulano ou Ciclano mandou.(Aff! Me comprem um bode!!!) Se alguém quiser saber ou questionar alguma coisa sobre o que escrevi ou disse trate comigo, não pergunte aos outros, porque quem sabe de mim sou eu. O resto é suposição.

E como disse ainda pouco, trago do meu lado o respeito, e pelo respeito que tenho aos meus poucos amigos políticos, é que uso agora de meias palavras, embora duvide de um bom entendedor.

ABRE ASPAS “ SÍNDROME DE DEDO MINDINHO É RIDÍCULO. E EU NÃO SOU FANTASMA PRA FICAR PERSEGUINDO SEJA LÁ QUEM FOR. SOU MULHER DE CARNE, OSSO E MUITO SANGUE NA VEIA. E POUCO ME INTERESSA A MERDA ALHEIA”. Kkkk, até rimou.

E como diria meu amigo Zeca : “ Se eu quiser fumar eu fumo, se eu quiser beber eu bebo. Pago tudo que eu consumo com suor do meu “emprego” CONFUSÃO eu não arrumo, mas TAMBÉM NÃO PEÇO ARREGO”.

Por tanto recado dado é recado falado! Eu sou só bactéria do côcô, do cavalo do bandido. Não tenho nádegas a ver com estrelismo, nem imediatismo alheio.

domingo, 20 de março de 2011

Um dia FELIZ de Família FELIZ




Em Belém há cinco dias ainda não deu pra encontrar todos os amigos, parentes e aderentes, mas já nos divertimos bastante... dá pra ver na carinha da Tatá. Afinal ela adooora tirar fotos (rsrs, quem dera!)

sexta-feira, 11 de março de 2011

Setur...saindo...

Há exatos dois meses estive aqui tornando público minha entrada na Secretaria de Estado do Turismo- AP, para onde tive a honra de ter sido convidada. Hoje, torno público novamente minha decisão em deixar o cargo de chefe de gabinete desta secretaria, de onde saí no último dia 28 de fevereiro. Por motivos que considero cruciais a qualquer profissional como a paixão pelo que faz, e principalmente pela identificação com o que se faz. Infelizmente, ou melhor, felizmente sou uma pessoa que gosta de trabalho, de ação, de interação, coisas que não vislumbram o cargo em questão. Com todo respeito que tenho aos meus colegas chefes de gabinete, e também aos muitos amigos que tenho que exercem tal função, senti-me limitada, e até, subaproveitada, uma vez que minhas responsabilidades assemelhavam-se a uma “secretária de luxo” (aquela que faz um ofício mais rebuscado, que conhece algumas pessoas, faz uns contatos mais próximos, etc.), papel que infelizmente não cabe dentro de uma pessoa hiper-ativa como eu. Talvez, nas secretarias onde os secretários viagem mais, se tenha um pouco mais de trabalho, visto que a responsabilidade aumenta, mas como a situação não é das melhores e os secretários precisam ficar mais tempo por aqui, certamente que passaria mais tempo sem muitos afazeres interessantes


É fato que fiz algumas amizades, conheci pessoas interessantes, muito competentes e fico feliz em ter convivido com elas, e agradeço a todos a atenção e dedicação dispensados a mim sempre que precisei. Espero ter retribuído a altura com cada um .

Aos que ficam desejo sucesso e muita força, pois a luta é árdua e necessita do empenho e paixão de todos.

Como disse, agradeço a confiança que em mim foi depositada pela pessoa que me levou pra secretaria, e sinto-me muito feliz e honrada por saber que minha decisão foi compreendida. Por tanto, coloco-me a disposição para trabalhar, mostrar resultados, com a qualidade e competência que me trouxeram até aqui.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A temperança - por André Comte

Nem tanto aos céus nem tanto à terra, mas todo dia me apaixono ainda mais pela leitura de Pequeno Tratado das Grandes Virtudes - André Comte. Certamente que não tenho a moral por companheira e nem tam pouco a falsa moral por amizade. E esse livro trata das virtudes não com o intuito de moralizar-nos e sim de nos conhecermos. E me sinto na obrigação de compartihar essa gostosa experiência, em alguns trechos dessa obra:

“Certamente apenas uma feroz e triste superstição proíbe ter
prazeres. Com efeito, o que é mais conveniente para aplacar a fome e a sede do que banir a
melancolia? Esta a minha regra, esta a minha convicção. Nenhuma divindade, ninguém, a não
ser um invejoso, pode ter prazer com a minha impotência e a minha dor, ninguém toma por
virtude nossas lágrimas, nossos soluços, nosso temor e outros sinais de impotência interior.
Ao contrário, quanto maior a alegria que nos afeta, quanto maior a perfeição à qual chegamos,
mais é necessário participarmos da natureza divina. Portanto, é próprio de um homem sábio
usar as coisas e ter nisso o maior prazer possível (sem chegar ao fastio, o que não é mais ter
prazer).” Spinoza

A temperança se situa quase toda nesse parêntese. É o contrário do fastio, ou o que
leva a ele; não se trata de desfrutar menos, mas de desfrutar melhor. A temperança, que é a
moderação nos desejos sensuais, é também a garantia de um desfrutar mais puro ou mais
pleno. É um gosto esclarecido, dominado, cultivado.

A temperança é essa moderação pela qualpermanecemos senhores de nossos prazeres, em vez de seus escravos. É o desfrutar livre, e que, por isso, desfruta melhor ainda, pois desfruta também sua própria liberdade. Que prazer é fumar, quando podemos prescindir de fumar! Beber, quando não somos prisioneiros do álcool! Fazer amor, quando não somos prisioneiros do desejo! Prazeres mais puros, porque
mais livres. Mais alegres, porque mais bem controlados. Mais serenos, porque menos
dependentes. É fácil? Claro que não. É possível? Nem sempre, sei do que estou falando, nem
para qualquer um. É nisso que a temperança é uma virtude, isto é, uma excelência: ela é
aquela cumeada, dizia Aristóteles, entre os dois abismos opostos da intemperança e da
insensibilidade, entre a tristeza do desregrado e a do incapaz de gozar, entre o fastio do glutão
e o do anoréxico.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Republicando- Nós mulheres de todos os dias


Eu não sirvo de exemplo para nada,
mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço
como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.

A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, e providencio os consertos domésticos.
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma
workholic.
Por mais disciplinada e responsável que
eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa
por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o
Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta
adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo
que a partir daquele momento você seria modelo para os
outros..
Seu pai e sua mãe, acredite, não
tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você
não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse
direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a
priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque
vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser
sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto
por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a
falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.

Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de
discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias..
Cinco dias!
Tempo para uma massagem. Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que
é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho
voluntário. Tempo para procurar um abajur novo para
seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você
nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir
que você pode ser perfeitamente organizada e profissional
sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é
contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de
memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não
contra.

A mulher moderna anda muito antiga.
Acredita que, se não for super, se não for mega, se não
for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está
tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma,
privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua
vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e
inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais
sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de
separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa
independência, senão é escravidão, a mesma que nos
mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo.
Talvez seja
preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo
Philippe Starck e o batom da M.A.C.

Mas, se você precisa vender a alma ao
diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando
rever seus valores.

E descobrir que uma bolsa de palha, uma
pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok,
esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e
nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma
vida interessante'


Martha Medeiros - Jornalista e escritora

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Se todos fossem no mundo iguais....

"Para usar seu potencial criativo, as pessoas precisam de: Liberdade para estudar; Liberdade para questionar; Liberdade para se expressar e Liberdade para serem elas mesmas". M.I.Stein


Logo, " Mude de opinião, nunca de princípios" e lembrem-se "Aquele que gosta de ser adulado, é digno do seu adulador" W.S.

 

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Tantas saudades

Há dias em que a gente acorda surumbático, nostálgico e as lembranças vão e vem trazendo saudades. E há saudade de quem tá perto, de quem tá longe, de quem já se foi, de quem um dia virá. Saudade da infância, saudade da mãe, saudade do pai, saudade de uma boneca, das amigas da infancia, das amiga da faculdade... saudades.

E pra sentir saudades de tudo isso, compartilho ...

Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida.


by Clarice Lispector



PRESENÇA
É preciso que a saudade desenhe tuas linhas perfeitas,
teu perfil exato e que, apenas, levemente, o vento
das horas ponha um frêmito em teus cabelos…
É preciso que a tua ausência trescale

sutilmente, no ar, a trevo machucado,
as folhas de alecrim desde há muito guardadas
não se sabe por quem nalgum móvel antigo…
Mas é preciso, também, que seja como abrir uma janela
e respirar-te, azul e luminosa, no ar.
É preciso a saudade para eu sentir
como sinto – em mim – a presença misteriosa da vida…
Mas quando surges és tão outra e múltipla e imprevista
que nunca te pareces com o teu retrato…
E eu tenho de fechar meus olhos para ver-te.


by Mário Quintana

 
 
Em alguma outra vida,



devemos ter feito algo de muito grave,


Para sentirmos tanta saudade…


Trancar o dedo numa porta dói.


Bater com o queixo no chão dói.


Torcer o tornozelo dói.


Um tapa, um soco, um pontapé , doem.


Dói bater a cabeça na quina da mesa,


Dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim.


Mas o que mais dói é a saudade.


Saudade de um irmão que mora longe,


Saudade de uma cachoeira da infância,


Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais,


Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu,


Saudade de uma cidade,


Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.


Doem estas saudades todas.


Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.


Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida.


Você podia ficar no quarto e ela na sala, sem se verem, mas sabiam-se lá.


Você podia ir para o dentista e ela pra faculdade, mas sabiam-se onde.


Você podia ficar o dia sem vê-la, ela sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.


Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor,


Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.


Saudade é basicamente não saber.


Não saber mais se ela continua fungando num ambiente frio.


Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.


Não saber se ela ainda usa aquela saia.


Não saber se ele foi à consulta com o dermatologista como prometeu.


Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre culpada,


Se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na internet,


A encontrar a página do Diário Oficial, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros,


Se ele continua preferindo Malzebier, se ela continua detestando McDonalds,


Se ele continua amando, se ela continua a chorar até nas comédias.


Saudade é não saber mesmo!


Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos,


Não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento,


Não saber como frear as lágrimas diante de uma música,


Não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.


É não saber se ela está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso…


É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.


Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer.


Saudade é isso que eu estive sentido enquanto escrevia


E o que você provavelmente estará sentindo depois que acabar de ler.




by Miguel Falabela

 
A UM AUSENTE







Tenho razão de sentir saudade,


tenho razão de te acusar.


Houve um pacto implícito que rompeste


e sem te despedires foste embora.


Detonaste o pacto.


Detonaste a vida geral, a comum aquiescência


de viver e explorar os rumos de obscuridade


sem prazo sem consulta sem provocação


até o limite das folhas caídas na hora de cair.
Antecipaste a hora.


Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.


Que poderias ter feito de mais grave


do que o ato sem continuação, o ato em si,


o ato que não ousamos nem sabemos ousar


porque depois dele não há nada?


Tenho razão para sentir saudade de ti,


de nossa convivência em falas camaradas,


simples apertar de mãos, nem isso, voz


modulando sílabas conhecidas e banais


que eram sempre certeza e segurança.

Sim, tenho saudades.


Sim, acuso-te porque fizeste


o não previsto nas leis da amizade e da natureza


nem nos deixaste sequer o direito de indagar


porque o fizeste, porque te foste


by Carlos Drummond de Andrade

Saudade de Amar

Deixa eu te dizer, amor


Que não deves partir

Partir nunca mais

Pois o tempo sem amor

É uma dura ilusão

E não volta mais



Se tu pudesses compreender

A solidão que é

Te buscar por aí

Andando devagar

A vagar por aí

Chorando a tua ausência

Vence a tua solidão

Abre os braços e vem

Meus dias são teus

É tão triste se perder

Tanto tempo de amor

Sem hora de adeus
Oh, volta


Que nos braços meus

Não haverá adeus

Nem saudade de amar

E os dois, sorrindo a soluçar

Partiremos depois

by Vinicius de Moraes

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

SETUR AMAPÁ

Na última quarta-feira fui chamada a assumir uma grande responsabilidade, e posso dizer que me sinto muito honrada em assumir a chefia de gabinete da Secretaria de Turismo do Estado do Amapá, principalmente num momento tão delicado como este de reconstrução do Estado. Administradora formada pelo Centro de Ensino Superior do Amapá, pós graduanda em Gestão de Pessoas, desenvolvi diversos trabalhos na área administrativa em grandes empresas além de atividades na Prefeitura Municipal de Belém pelo Distrito Administrativo do Guamá – DAGUA, fui Agente de Orientação Empresarial no SEBRAE – AP, e atuei como Diretora Administrativa e Gerente de Atendimento da P2 Publicidade em Belém e Santana, de onde saí recentemente.


Espero poder contribuir com minha experiência e comprometimento com o Estado do Amapá, que me acolhe desde 2006.

Ao lado da Secretária Helena Colares e toda a equipe, trabalharemos arduamente pelo desenvolvimento social e econômico do Amapá através do turismo.

Desde já agradeço a confiança depositada em meu trabalho e profissionalismo com os quais envidarei todos os esforços para cumprir todas as tarefas e responsabilidades que me forem confiadas.

sábado, 1 de janeiro de 2011

ADEUS ANO VELHO! FELIZ ANO NOVO!

Estive pensando sobre a maneira como nos despedimos do ano velho, porque quando alguma coisa sai errado, ou a vida nos surpreende com o desagradável o ano que passa sempre é o pior, e consequentemente nos agarramos no por vir, e o ano seguinte é sempre o melhor. É igual aquela frase que diz: QUE O MELHOR AMOR É SEMPRE O PRÓXIMO.

E é por esse por vir que gostaria de conseguir falar com todos que amo, que admiro, que são amigos, conhecidos, pra desejar-lhes sempre que o próximo ano seja o melhor, mas que façamos dele o melhor, e não esperemos que o melhor chegue. Que todos possam olhar o ano velho e carregar na bagagem as boas lembranças, as experiências das derrotas e os exemplos pra vida inteira. " POW FALTAM 3 MINUTOS"

Como não consegui falar com todos que gostaria, desejo aos que aqui consigo alcançar, UM EXCELENTE ANO, COM AMOR, PAZ, SAÚDE (pausa... vou beijar meus amores) CONQUISTAS, que o PRÓXIMO AMOR seja o mesmo amor que se renova a cada dia a cada instante, como o MEU AMOR.

E pra quem me conhece sabe que eu adoraria estar na praia, perto de meus pais, irmãos... Mas mesmo longe de todos, posso dizer que a maré de hoje é uma maré de alegria. Estamos em casa porque nossa filhota está doentinha, mas a alegria de ver o sorriso e a força que ela carrega, é o que nos dá força pra lutar sempre por dias melhores. 
a
Agradeço ao todo poderoso Senhor meu Deus, em quem eu tenho muita fé, e recarrego minhas energias todos os dias. Obrigada pelo amor, pela família, pelos amigos, e por seu imenso amor por mim.
 
Ah e quem disse que Santana não tem belos fogos de Ano Novo? Daqui da casa nova, sentada no sofá pude ver um belíssimo show de cores iluminando o céu santanense. 
E a esse nosso estado do Amapá, um ano de 2011 repleto de vitórias, de paz e de união para que o povo amapaense possa ter refletido em seus olhos a esperança de dias melhores, com governantes que governem pro povo e não pra si, ou pra  uma minoria.

Que 2011 seja o ano das mulheres e também da força dos homens que as apoiam. Que todos sejamos pessoas melhores e que não DESISTAMOS NUNCA!!

São os desejos da Famílía Silva e Sena, a todos que fazem parte direta ou indiretamente de tudo aquilo que vivemos.

ADEUS ANO VELHO, OBRIGADA POR TUDO!

FELIZ ANO NOVO, QUE SIGA A VIDA!